quarta-feira, 22 de abril de 2015
Pecado é pecado, doa em quem doer
A humanidade é naturalmente má. Não há nada no homem que o leve a buscar por Deus. Desde o começo dos tempos tem sido assim e não há indícios de que isso tenha mudado. Se fôssemos deixados à própria sorte, é certo que ninguém, em toda a história da humanidade, teria mais que o juízo e a ira de Deus, apenas por existir.
Todos pecamos e, mais que isso, todos somos pecado. Nenhum ser humano possui a menor capacidade de ser mais que o extremo oposto da perfeita e soberana natureza divina e, por mais que nosso orgulho nos leve a pensar o contrário, a realidade da nossa natureza humana, decaída e degenerada, não passa de vapor diante da grandeza e da santidade de Deus. Toda a humanidade por si só é cheia de vazio e escuridão, condenada ao inferno e a danação eterna.
Cada ser humano, em todas as dimensões de tempo e espaço, tem participação na rebelião do homem Adão. A humanidade que afrontou à Deus no Éden, na tentativa de ser deus, continua a confrontá-lo todos os dias e em todos os lugares, seja publicamente ou no mais profundo da sua alma. Constantemente, todos os seres humanos, sem exceção, desobedecem à Deus como num eco que repete o desejo de tornar-se como Deus, de conhecer e dominar o bem e o mal.
Todos os dias, a rebelião renasce em novas mordidas no fruto e, humanamente, a dor que deveria gerar arrependimento é anestesiada pelo conforto de transferir a responsabilidade à terceiros, assim como Eva fez com a serpente e Adão com Eva. A culpa é sempre do outro, quando não é de algum demônio ou espírito maligno a culpa é de Deus mesmo.
O pecado que deveria revelar a nudez da humanidade diante de Deus, foi banalizado quando começamos a costurar folhas para cobrir as vergonhas dos outros a fim de também costurem folhas para cobrir as nossas vergonhas.
Surge assim um processo de ressignificação do pecado, em que se atribui escala de valor e importância para o pecado a fim de eliminar o arrependimento do outro e criar um padrão de tolerância que alivie a consciência coletiva diante do erro. Nos tornamos cínicos, convencionamos que o pecado não é mais pecado, que o inferno é uma mitologia, a eternidade uma utopia, a graça de Deus desnecessária e o sacrifício de Cristo inútil. Deixamos de tratar pecado como pecado, eliminamos a ação do Espírito Santo, que mais do que manifestar obras sobrenaturais, nos convence do pecado da justiça e do juízo. Invertemos ou subvertemos valores que deveriam ser inegocíáveis, trocamos o bem pelo mal e não fazemos mais que o desejo da nossa natureza má, degenerada e corrompida. E isto é tudo o que a natureza humana deseja, descartar a Deus e tomar seu lugar.
Aquele que não reconhece sua nudez e miséria é incapaz de reconhecer a maravilhosa graça que atrai humanos pecadores ao Deus que regenera, justifica e santifica aqueles que Ele soberanamente escolheu dentre a humanidade condenada. Aquele que ignora a condenação eterna que todos merecemos, não enxerga a glória da vida eterna que é mediante a fé, por meio do Cristo homem, o único caminho para a reconciliação com Deus.
É preciso denunciar o pecado, é necessário parar de tolerar o erro, é urgente que voltemos a sentir a dor da transgressão que leva a humilhação que abre o caminho do perdão e da cura. O pecado precisa voltar a doer, não por sadismo, mas por quebrantamento, é preciso sentir a dor que dói em quem peca e em quem encontra pecado, mas não para julgamento e sim para reconhecimento da glória de Deus, para um constrangimento profundo diante de tanto amor que nos livra do mal. É preciso haver humildade no reconhecimento de nossa humanidade falível por sua natureza pecaminosa, pois só assim conseguiremos enxergar o brilho da glória de Deus que nos ilumina com graça abundante por meio de Cristo e nos salvará no juízo para uma nova vida, eterna e abundante.
Falsas igrejas, igrejas mortas
Existe Igreja perfeita? Depende. Primeiro é preciso entender que há a distinção entre 2 tipos de igreja, a primeira é a “Igreja invisível”, que é sim perfeita, a segunda é a “igreja visível”, que nunca foi, não é e janais será perfeita.
A Igreja invisível, por sua vez, é a manifestação plena da vontade de Deus para o Seu plano de salvação e ocorre em 2 momentos:
• Aqui e agora, como o corpo místico de Cristo que se dá na comunhão dos santos e no exercício do ministério da reconciliação por meio da pregação do Evangelho das boas obras que foram preparadas por Deus aos que são salvos.
• Ali e além, como a noiva de Cristo, sem rugas e sem manchas, formada pelos salvos a quem Ele buscará e tomará para si por toda a eternidade.
Por outro lado, a igreja visível apesar de ser o caminho que Deus escolheu para viabilizar a Igreja invisível, está fadada à imperfeição, ou nas palavras de Jesus, é necessário que o joio e o trigo cresçam juntos. É preciso lembrar que as denominações e outras instituições são organizações humanas, conduzidas por gente suscetível a todo tipo de falhas e desvios por influência de sua natureza pecaminosa e degenerada.
É nessa igreja visível que se manifestam as interferências humanas naquilo que Deus estabeleceu para a existência da Igreja invisível, e é sobre a igreja que vemos que repousam todos os alertas contra falsos profetas, outros evangelhos malditos, mestres que ensinam conforme seus desejos, fé transformada em comércio, culto e devoção à pessoas, legalismo hipócrita, esfriamento do amor e todo tipo de apostasia.
Por serem bíblicas, nenhuma destas advertências deve ser ignorada, sob qualquer pretexto.
Assim, é verdade inquestionável que não existe igreja perfeita, tanto quanto é verdade que o pior mal não reside na imperfeição, mas na falsidade, naquilo que parece ser, mas não é.
O problema não é estar numa igreja imperfeita, mas numa falsa igreja, aquela está tomada de tal forma pela manifestação da natureza humana: orgulho, arrogância, ganância, avareza, mentira, religiosidade, amor fingido, obras carnais e vanglória humana, que é difícil acreditar, à luz da Bíblia, que haja algo de Deus naquele ajuntamento.
Quanto a estes lugares, que tomam pra si o nome de igreja, mas não o são, é melhor buscar orientação em Deus, nas suas Sagradas Escrituras e, sem reservas, estar disposto a ouvir o chamado para sair e ir para outro lugar, pois se “do céu se manifesta a ira de Deus contra toda impiedade e injustiça dos homens” (Rm 1.18), é bem provável que o destino destas pseudo-igrejas seja a morte.
Oração sem egoísmo
Quem antes suplicava, agora determina e quem clamava, agora profetiza. Nossas ações de graças perderam espaço para exigências que mais parecem chantagens contra Deus. Esta é a nossa oração?
Parece que aos poucos temos perdido o sentido de nossas orações. Jesus nos ensinou a insistir em pedir para receber o que é preciso, em buscar para encontrar o que está perdido e em bater para que se abra a porta fechada [Mateus 7:7-8]. Mas a resposta ao que pede, busca e bate é para aqueles que têm intimidade com Deus, o Pai, que responde aqueles que são como filhos [Mateus 9-11].
Não dá para negar que é muito tentadora a ideia de que se eu peço de certa forma, uso certa frase ou versículo de efeito, participo daquela campanha ou dou aquela tal oferta do desafio de fé, Deus passa a ter obrigações comigo e deve fazer o que quero, na hora que eu quero. Desculpe-me, mas, isso não se parece nada com fé e sim com negócio. Mas, Deus não se negocia, pois Ele não precisa de nada do que temos, nós é que já recebemos o melhor que poderíamos receber dEle por pura Graça, Seu filho, Jesus Cristo.
No final das contas, imagine Deus ao ouvir estas orações que se valem de argumentos como “eu declaro / determino / profetizo / tomo posse / recebo” e tantos outros “eus”, será que não estamos apenas tentando disfarçar nosso egocentrismo com uma falsa aparência de unção, poder ou espiritualidade?
Talvez estejamos nos tornando iguais ao filho pródigo [Lucas 15:12,13] que exigiu sua parte da herança antes da hora e abriu mão de se relacionar com seu pai apenas para desperdiçar tudo o que recebeu. Ou somos meros pedintes mesmo.
Não. Não acredito que somos impedidos de pedir a Deus em oração, muito ao contrário. Apenas aprendi que não é bom andarmos ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com gratidão, devemos apresentar nossos pedidos a Deus [Filipenses 4:6]. Também não acho que seja fácil, mas precisamos aprender a aguardar com paciência no Senhor, como o salmista [Salmo 40:1], até que nosso clamor seja ouvido e Deus nos responda com um sim ou com um não, pois, quando pedimos por motivos errados [Tiago 4:3], isto é, por motivos egoístas, não somos atendidos.
É verdade que cada um de nós sabe das suas próprias necessidades, dos motivos e circunstâncias que pode nos levar a parecer um egoísta desesperado, mas quando Deus é soberano, descansamos nEle que sabe do que realmente precisamos muito antes de pedirmos [Mateus 6:8] e usa todas as coisas para o nosso bem [Romanos 8:28] por amor que não merecemos.
Não seja a nossa vontade ou nós mesmos o centro de nossas orações, mas Deus e Sua vontade.
Campanhas: chantagem e suborno em troca de ilusão
Termina um ano, começa outro e só aumenta a quantidade de gente interessada em receber algum favor divino como pagamento de sacrifícios com os quais Deus não tem nenhum vínculo.
Esta cultura de troca com Deus tem ganhado raízes tão fortes entre os que se dizem cristãos que as chamadas “campanhas” dominam as agendas das igrejas que por sua vez vendem a ilusão de que é possível determinar o que Deus deve fazer e quando Ele deve fazer.
Sacrifícios esotéricos como os “12 dias de clamor” ou os “21 dias de jejum” não passam de tentativa de chantagem contra Deus quando são oferecidos como as chaves que dão acesso ao lugar em que Deus retém as bênçãos daqueles que apenas entram em secreto em seus quartos e em secreto apresentam seus pedidos ao Pai. Ninguém chantageia a Deus!
Criar a falsa ideia de que quem assume compromissos financeiros como os “carnês dos valentes” ou “envelopes da semeadura” conquista o direito de receber algo de Deus é transformar em oferenda o que poderia ser uma oferta, que deveria se basear unicamente em amor e generosidade. Talvez seja uma tentativa de subornar a Deus. Ninguém suborna a Deus!
Isso sem mencionar a quantidade absurda de amuletos e patuás supostamente consagrados que devem ser comprados para que se possa levar a presença divina para casa. Isso é idolatria.
O que ninguém conta é que todos estes meios, e outros não mencionados, são meros artifícios que visam atender os desejos puramente humanos que Deus, em Jesus Cristo, nos ensinou que deveríamos combater. Seja no papel do líder que adota estas práticas para encher os templos e os cofres da igreja (além dos próprios bolsos), ou no papel do membro que se submete ao papel de buscar atalhos para as bênçãos de Deus em vez de tão somente aguardar pela vontade divina que é boa, perfeita e agradável. Todos estão na contramão do que nos ensinou Jesus. E isso é mal!
Observe como a quantidade de pessoas que estão presas em falsas expectativas, vivendo iludidas por causa de promessas mentirosas que só geram frustração, aumenta na mesma proporção em que as igrejas que deveriam se ocupar de pregar o evangelho de Cristo perdem tempo com crendices antibíblicas.
Poucos são os que percebem as armadilhas por trás dos supostos sacrifícios de fé. Estão ocupados demais em construir e manter um sistema que satisfaça o próprio orgulho e alimente a própria ganância para serem fiéis e obedientes a Palavra a fim de que venha sobre nós o Reino de Deus.
Perdi a Fé!
Perdi a fé. Graças à Deus perdi a fé naquele papo furado de que “andá com fé eu vou, que a fé não costuma faiá”. Qualquer fé por si mesma falha, até porque sobram especialistas na “arte de viver da fé, só não se sabe fé em quê”.
E não perdi apenas uma fé, perdi várias. Perdi aquela fé que se manifesta como um fim em si mesma, a fé na fé que ignora Deus como a origem e o fim da fé, mas que é considerada como o sinal máximo de espiritualidade que é produzida por gente e não por Deus. E aquelas outras que são depositadas na capacidade, bondade, unção, poder, religiosidade, cargos, títulos, instituições, campanhas, sacrifícios, desafios, obras sejam minhas ou de outros, todas estas ‘fézes’, as perdi.
Mas uma fé eu não perdi, e peço a Deus que a conserve: a fé no Filho de Deus, a única que pode me fazer vencedor, não por conquistar o mundo, o poder e os bens que nele há, mas por pouco a pouco derrotar a mim mesmo, minha natureza, meu orgulho e minha vaidade.
Pois pela graça que me foi dada digo a todos vocês: ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, pelo contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu. —Romanos 12:3 (NVI)
Ninguém tem capacidade de produzir fé, antes a recebe como dom gratuito de Deus, na proporção em que Ele soberanamente concede a cada um. E não a recebe como um fim, mas para que seja um meio pelo qual o Espírito age em cada um de nós para que alcancemos a justificação e a paz com Deus.
Pois é mediante o Espírito que nós aguardamos pela fé a justiça que é a nossa esperança. — Gálatas 5:5 (NVI)
Fé não é moeda que se usa para comprar a Deus e conseguir seu favor. Fé é favor de Deus. E ainda que eu não entenda completamente este favor, peço a Deus que me ajude a compreender com clareza a razão deste dom que recebemos para não acreditar em qualquer coisa que se fantasie de fé e passe a ser apenas mais um supersticioso.
Há sim muita loucura nesta perda de fé, mas não a loucura vergonhosa que é esta exploração da fé alheia carregada de crendices travestidas de cultos cristãos, e sim a loucura de uma mensagem que transcende a lógica humana que se resume na manipulação de poderes espirituais por meio de troca, a mensagem da cruz que é loucura para os que estão perecendo, mas para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Os 10 pastores que não respeito e não admiro
Maus líderes existem aos montes dentro das igrejas. O joio está espalhado dentro da igreja como ensinam as Escrituras (Mt 13.26). Isso não é novidade para ninguém. Apesar de designar aqui o termo “pastores” a essas pessoas que citarei abaixo, não tenho a intenção de diminuir aqueles que fazem jus a esse termo tão lindo mostrado nas Escrituras, e que realmente pastoreiam de coração as ovelhas do Senhor. Usei esse termo somente para facilitar a identificação dessas pessoas.
03 - O que insiste em querer fazer a agenda de DeusUm pastor que quer determinar lugar, dia e hora para Deus agir não merece meu respeito. Segunda: Deus age na família; terça: nas finanças; quarta: Deus dá o Espírito Santo; quinta: Deus faz conversões e sexta: Deus liberta as pessoas de demônios. Deus agora está preso em uma agenda criada pelo homem?
06 - O que faz com que seus fiéis o adorem
Ele é visto como um semideus pelos seus fiéis. O pior de tudo é que não faz nada para mudar essa situação, pois adora ser paparicado, adora status, adora demonstrar seu grande “poder” e ser ovacionado pela multidão. Seu prazer é ver multidões afluindo em sua direção com desejo de glorificá-lo.
Os dez pastores que não respeito e não admiro são:
01 - O que faz do púlpito um palco de shows
A exposição da Palavra é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano desse pastor, que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores, fazendo do show o protagonista do culto. Ele é a estrela e não Cristo e Sua palavra. Seu púlpito é lugar de entretenimento, de show, e não de pregação, de transmissão da voz de Deus.
A exposição da Palavra é esquecida e substituída pelo talento hollywoodiano desse pastor, que explora as mais diversas técnicas para cativar os seus expectadores, fazendo do show o protagonista do culto. Ele é a estrela e não Cristo e Sua palavra. Seu púlpito é lugar de entretenimento, de show, e não de pregação, de transmissão da voz de Deus.
02 - O que explora financeiramente as ovelhas
Esse pastor é muito ambicioso e tem planos de crescimento. Porém, para a realização dos seus planos, precisa de muito dinheiro. E esse dinheiro é retirado das ovelhas, através das mais diversas técnicas de extorsão (legais). Ele não liga para o que a Bíblia ensina e inventa formas de arrecadação para realizar seus sonhos megalomaníacos. As ovelhas são iludidas, exploradas e sugadas até a última gota que podem dar.
Esse pastor é muito ambicioso e tem planos de crescimento. Porém, para a realização dos seus planos, precisa de muito dinheiro. E esse dinheiro é retirado das ovelhas, através das mais diversas técnicas de extorsão (legais). Ele não liga para o que a Bíblia ensina e inventa formas de arrecadação para realizar seus sonhos megalomaníacos. As ovelhas são iludidas, exploradas e sugadas até a última gota que podem dar.
03 - O que insiste em querer fazer a agenda de DeusUm pastor que quer determinar lugar, dia e hora para Deus agir não merece meu respeito. Segunda: Deus age na família; terça: nas finanças; quarta: Deus dá o Espírito Santo; quinta: Deus faz conversões e sexta: Deus liberta as pessoas de demônios. Deus agora está preso em uma agenda criada pelo homem?
04 - O que ilude as pessoas com amuletos, objetos ungidos e unções que não vem de Deus
Esse pastor escraviza pessoas em crendices e superstições que não são encontradas e ordenadas na Bíblia. Desvia a fé que deveria ser unicamente no Deus soberano para objetos e unções (falsas) e extravagantes. Trabalha com a ilusão, com a ambição, com a falta de conhecimento de muitas das ovelhas que lhe ouvem.
Esse pastor escraviza pessoas em crendices e superstições que não são encontradas e ordenadas na Bíblia. Desvia a fé que deveria ser unicamente no Deus soberano para objetos e unções (falsas) e extravagantes. Trabalha com a ilusão, com a ambição, com a falta de conhecimento de muitas das ovelhas que lhe ouvem.
05 - O que “profetiza” o que Deus não mandou profetizar
Usa sua influência sobre as pessoas para “profetizar” e “revelar”. Porém, não usa a Bíblia, que é a revelação e é onde se encontram as profecias de Deus para a vida de seus servos.
Usa sua influência sobre as pessoas para “profetizar” e “revelar”. Porém, não usa a Bíblia, que é a revelação e é onde se encontram as profecias de Deus para a vida de seus servos.
06 - O que faz com que seus fiéis o adorem
Ele é visto como um semideus pelos seus fiéis. O pior de tudo é que não faz nada para mudar essa situação, pois adora ser paparicado, adora status, adora demonstrar seu grande “poder” e ser ovacionado pela multidão. Seu prazer é ver multidões afluindo em sua direção com desejo de glorificá-lo.
07 - O que usa o dinheiro dos dízimos e ofertas para seu próprio enriquecimentoEsse pastor-empresário é formado e pós-graduado em enriquecimento usando a igreja. Tem fortuna e bens luxuosos, tudo adquirido com a ajuda das ofertas da igreja que, segundo diz ele, é usado para a obra de Deus. Ele engana multidões que bancam sua vida de ostentação.
08 - O que prega a teologia da prosperidadeUm pastor que diz que pobreza é maldição, que o crente verdadeiro será reconhecido pela sua prosperidade material, e outras abobrinhas sem embasamento bíblico, não merece admiração. Se a teologia da prosperidade é um câncer, esse pastor é um espalhador de doenças no meio do povo.
09 - O que usa versículos isolados da Bíblia para fundamentar doutrinas destruidorasEsse pastor adora inventar doutrinas usando versos bíblicos isolados, cuja interpretação isolada, sem considerar contextos e outras boas regras de interpretação, favoreça seus pensamentos e desejos.
10 - O que [acha] que determina a ação de Deus
É uma piada dizer que um homem determina algo ao Todo-Poderoso, mas essa ousadia acontece. Palavras ousadas saem da boca desse pastor determinando, ordenando, exigindo que Deus faça determinadas coisas que, segundo ele, Deus tem de fazer. Coitado, não tem nem noção da besteira que faz! E o pior: ensina as pessoas a agirem também assim!
Esses são os pastores que não respeito e não admiro.
E você, tem algum pastor como os citados que não respeita e não admira?
Esses são os pastores que não respeito e não admiro.
E você, tem algum pastor como os citados que não respeita e não admira?
Sete coisas que Deus NÃO disse, mas todo mundo acha que Ele disse
1. "Deus ajuda a quem se ajuda".
Falso! Ao contrário, Deus ajuda aqueles que se reconhecem incapazes e, humilhados, clamam por socorro. "A mulher veio, adorou-o de joelhos e disse: "Senhor, ajuda-me!" (Mt 15:25).
2. "Deus quer que você seja feliz".
Falso! Quem diz isso geralmente pensa a curto prazo, só para esta vida. Mas Deus projeta felicidade eterna para aquele que crê em Jesus e tem seus pecados perdoados. Quanto à nossa breve vida aqui, ele diz: "No mundo tereis aflições" (Jo 16:33).
Falso! Quem diz isso geralmente pensa a curto prazo, só para esta vida. Mas Deus projeta felicidade eterna para aquele que crê em Jesus e tem seus pecados perdoados. Quanto à nossa breve vida aqui, ele diz: "No mundo tereis aflições" (Jo 16:33).
3. "Somos todos filhos de Deus".
Falso! Todos são criaturas de Deus, mas filhos somente aqueles que nascem de novo pela fé em Jesus. "A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus." (Jo 1:12).
Falso! Todos são criaturas de Deus, mas filhos somente aqueles que nascem de novo pela fé em Jesus. "A todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus." (Jo 1:12).
4. "Deus nunca permite um sofrimento além do que você possa suportar".
Falso! Para quebrar nossa autoconfiança Deus permite sofrimento além da capacidade humana, para encontrarmos nele os recursos de que necessitamos. "Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos... para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; o qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda". (2 Co 1:8).
Falso! Para quebrar nossa autoconfiança Deus permite sofrimento além da capacidade humana, para encontrarmos nele os recursos de que necessitamos. "Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a tribulação que nos sobreveio na Ásia, pois que fomos sobremaneira agravados mais do que podíamos suportar, de modo tal que até da vida desesperamos... para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; o qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda". (2 Co 1:8).
5. "Quando você morrer o céu ganhará mais um anjo".
Falso! Seres humanos não são anjos e nunca serão. Assim como Jesus, em sua encarnação, somos originalmente menores que os anjos, mas os salvos por Cristo serão exaltados nele a uma posição acima dos anjos. "Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos?" (1 Co 6:3).
Falso! Seres humanos não são anjos e nunca serão. Assim como Jesus, em sua encarnação, somos originalmente menores que os anjos, mas os salvos por Cristo serão exaltados nele a uma posição acima dos anjos. "Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos?" (1 Co 6:3).
6. "Todos os caminhos levam a Deus".
Falso! Na verdade esta ideia foi emprestada do ditado "Todos os caminhos levam a Roma", mas é melhor escutar o que Jesus diz: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim". (Jo 14:6).
Falso! Na verdade esta ideia foi emprestada do ditado "Todos os caminhos levam a Roma", mas é melhor escutar o que Jesus diz: "Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim". (Jo 14:6).
7. "Não importa em que você crê, contanto que tenha fé".
Falso! Não é a fé que importa, mas em quem você coloca sua fé. Jesus disse aos judeus: "'Se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados'. Disseram-lhe, pois: 'Quem és tu?' Jesus lhes disse: 'Isso mesmo que já desde o princípio vos disse'. (Jo 8:24-25).
Falso! Não é a fé que importa, mas em quem você coloca sua fé. Jesus disse aos judeus: "'Se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados'. Disseram-lhe, pois: 'Quem és tu?' Jesus lhes disse: 'Isso mesmo que já desde o princípio vos disse'. (Jo 8:24-25).
Ele tinha deixado claro a eles que era o Messias prometido, e mais que isso: Ao usar a expressão "EU SOU" ele se reportava ao que Jeová havia dito de si mesmo em Êxodo 3:14: "E disse Eloim (Deus) a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós." Juntando isso com o que João escreve em sua segunda carta, entendemos que crer em Jesus Cristo inclui crer que ele é Deus e já existia antes de assumir a forma humana ao vir em carne.
"Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo... Todo aquele que prevarica, e não persevera na doutrina de Cristo, não tem a Deus. Quem persevera na doutrina de Cristo, esse tem tanto ao Pai como ao Filho. Se alguém vem ter convosco, e não traz esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis." (2 Jo 1:7-10).
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