quinta-feira, 28 de agosto de 2014

5 coisas que pessoas de sucesso nunca fazem

E por que você também não deve fazê-las


Muitos podem ser os fatores que determinam o sucesso de alguém. Pesquisadores não cansam de produzir estudos visando determinar os diferenciais dos bem sucedidos, e a cada dia apontam esta ou aquela característica como a mais marcante nessas pessoas. Uma das qualidades mais importantes, e que tem sido 
cada vez mais valorizada, é a capacidade de dominar as emoções e permanecer calmo sob pressão, segundo Travis Bradberry, co-autor do livro "Inteligência Emocional 2.0".

Na empresa TalentSmart, da qual Bradberry é presidente, foram testadas mais de um milhão de pessoas, e os resultados mostraram que a grande maioria dos profissionais e executivos de alta perfomance eram pessoas com níveis altos de inteligência emocional. O site Business Insider elencou alguns dos comportamentos característicos de quem tem demonstra grande inteligência emocional, na visão de Travis Bradberry. Aqui estão cinco deles:

1. Não viver no passado
Pessoas inteligentes emocionalmente sabem que o sucesso tem a ver com crescer diante dos desafios e isso não pode ser feito remoendo o passado. Bradberry diz que qualquer coisa que vale a pena alcançar vai exigir que você se arrisque, e não é possível fazer isso sem superar erros do passado. Fracassos anteriores não podem diminuir a crença na sua capacidade de seguir em frente.

2. Não guardar ressentimentos
Bradberry afirma que o estado emocional de alguém pode ser determinado de acordo com o foco da atenção dessa pessoa. O foco dos inteligentes emocionalmente não será nos problemas enfrentados ou em sentimentos negativos, mas em como melhorar a si próprios. Esse tipo de atitude produz sentimentos e emoções positivas, e gera melhora no desempenho profisisonal. Bradberry diz ainda que o fato de não 
reviver brigas e guardar ressentimentos evita o contato o estresse que o corpo humano sente ao lidar com conflitos, por isso os inteligentes emocionalmente evitam esse tipo de comportamento.

3. Não priorizar a perfeição
Pessoas de sucesso sabem que a perfeição não existe, por isso não a colocam como alvo. "Seres humanos, pela nossa própria natureza, são falíveis", diz Bradberry. Se a perfeição é o objetivo de alguém, essa pessoa sempre estará em contato com um certo senso de fracasso, já que é impossível ser perfeito. Esse comportamento impede a percepção das conquistas alcançadas ou até mesmo sua desvalorização.

4. Não conviver com negatividade
Pessoas que reclamam o tempo todo ou sempre fazem comentários negativos são tóxicas. Elas esperam pena e empatia, ao invés de investirem seu tempo e energia em soluções para os problemas. O conselho de Bradberry não é deixar de ouvir ou de dar atenção a alguém que precise. É apenas tentar evitar ou se distanciar de energias negativas constantes.

5. Não dizer sim o tempo todo
Pesquisas mostram que quanto maior a dificuldade de alguém para dizer "não", maior a probabilidade de essa pessoa sentir estresse, fadiga e depressão, segundo Bradberry. Ele afirma que dizer "não" é um grande desafio para a maioria das pessoas. Mas os inteligentes emocionalmente não enrolam na hora de fazer isso.

De acordo com Bradberry, os bem sucedidos geralmente são diretos, e evitam frases evasivas, deixando claro se realmente não puderem responder positivamente ao pedido. Dizer não a alguém, evitando um compromisso a mais, é uma forma de honrar os compromissos que você já tem, o que aumenta as chances de alcançar sucesso no desenvolvimento deles.

Mark Driscoll

PARECIA QUE O MARK DRISCOLL ESTAVA PROFETIZANDO! 

Forte isso!!!

"... E se em algum momento na história desta igreja os anciãos me disciplinarem, não sejam leais a mim. Sejam fiéis a eles; sejam fiéis a Jesus. E se em algum momento - Deus me livre - Eu dizer ou fazer algo que me desqualifique de ser seu pastor - (e eu não tenho nenhuma intenção disso, eu faço de tudo para viver uma vida acima de qualquersuspeita. E eu não sou um homem sem pecado, mas eu amo Jesus e eu amo a minha família e eu te amo.) E se (Eu tremo só de dizer) os anciãos tiverem de me despedir, não sejam leais a mim. Sejam fiéis a Jesus; Sejam fiéis aos anciãos. Sejam fiéis aos pastores de sua igreja. Confiem neles.

E se você esquecer, isso vai ser arquivado. Ouça novamente e diga: "Mark, você nos disse para ignorá-lo e seguir os líderes na igreja e Jesus." Faça isso, porque no final do dia, você não está batizado em meu nome. Você não é, em última análise leal a mim. Você não está, em última análise dedicada a mim. Meu trabalho é apontar-lhe Jesus. Ele foi crucificado por seus pecados. Ele perdoa os seus pecados. Ele é o seu Deus e Salvador [...] que o foco e o coração e a devoção e compromisso e a paixão na igreja seja para Jesus; ninguém mais; ninguém mais ..."

Pr. Mark Driscoll pregando I Coríntios 1.10-17 em 22 de janeiro de 2006



Que o Mark fique bem e volte logo, muito melhor que antes!


:(

terça-feira, 8 de julho de 2014

Confissões de Uma Ex Esposa de Pastor

Ela tinha 20 e ele 27 anos.

Ambos não sabiam que o outro existia.

Ela, nova convertida e cheia de alegria por ter sido encontrada pelo Caminho, pela Verdade e pela Vida.

Ele, não lembro exatamente agora, onde estava.

Ela veio a conhecer o mundo evangélico depois da sua compreensão da Verdade, que foi acontecendo enquanto caminhava pela vida, à sós com Deus. Deus a encontrou fora de qualquer religião, isso para ela é como um troféu. Tudo simples, apenas ela, o Evangelho e o Espírito.

Dois anos se passaram.

Ambos encontraram-se, então, numa pequena congregação que logo depois se tornou “igreja”, pois passou a preencher os requisitos requeridos no Manual Legislativo da denominação da qual havia passado a ser membro.

Ele, pastor denominacional e de família protestante “da mais alta linhagem teológica”, de 3º ou 4º geração, enfim, um invejável pedigree.

Ela, uma “trabalhadora de última hora”, ex-católica não praticante, sem família no ambiente religioso evangélico.

Ele, pastor formado em excelentes instituições, o totem da sua família.

Ela, a uma-boca-a-mais-na-mesa de uma família toda arrebentada, pais separados, mas, que na busca sedenta por Deus, com Ele encontrou-se aos 20 anos.

Ele e ela encontraram-se.

Em pouco tempo, casaram-se.

Ela...

Ela ainda acredita que apesar dos enganos da Religião, casou por amor.

Ele...

Não sei ao certo. Talvez tenha casado com ela pela cruel pressão psicológica que uma comunidade religiosa exerce sobre um pastor com quase 30 anos, ainda solteiro.

Ela tornou-se, então, uma nova convertida chamada por todos de Esposa-de-Pastor.

Esse foi seu único nome por muito tempo.

Ela, bem...

Ela nunca conseguiu deixar-se formatar pelo modelo de esposa-de-pastor.

Assim...

A comunidade religiosa não a aceitou. Começou a oprimi-la desde o início, houve uma rejeição coletiva da pessoa dela por ela não enquadrar-se nos padrões do que deve ser uma esposa-de-pastor segundo os moldes desse mundo evangélico doente.

Ela não conseguia entender simplesmente nada do que acontecia, as hostilidades gratuitas, os gritos agressivos em público contra ela, o fato de ser pauta na reunião do conselho da igreja por não conseguir estar presente sempre, as humilhações de senhoras em reuniões de senhoras.

Angústias profundas e ela adoeceu seriamente. Deprimiu-se com o fardo pesado que as pessoas da religião colocaram sobre seus ombros. Os domingos, que antes eram alegres, tornaram-se sufocantes, cheios de ansiedade, febres e outras somatizações.
Ela perdeu a alegria e ele também.

Ela...

Quanto mais deprimida ficava, mais humilhada era, pois correspondia cada vez menos às expectativas dos membros da “igreja” que tem a fixação de que mulher de pastor tem que ser, pelo menos, presidente de alguma sociedade feminina, pois isto “... a tornará mais feliz!”, era o que para ela diziam.

Ela refugiou-se no trabalho com crianças.

Ele, que sempre foi mais ele-pastor do que ele-mesmo, pois ser pastor era algo a que ele apegou-se mais do que ser ele próprio em primeiro lugar, perdeu-se de si mesmo diante dos olhos dela.

Ele deixou-se ser consumido pela instituição, que é pesadíssima e opera de maneira diametralmente oposta à simplicidade da proposta do Evangelho.

Ela, para minimizar tensões no lar, ouvia calada no café da manhã, no almoço, no jantar e em todas as horas do dia as lutas do pastorado dele, que giravam quase sempre em torno da burocracia da denominação, litígios no meio da comunidade e tribunais eclesiásticos, enfim, até a alma dela fadigar.

Ela adorava quando o dia terminava, pois ficava a sós com Deus buscando um pouco de alívio.

Ela chorava, pois via tudo desmoronar.

Ele foi adoecendo da doença chamada Religião sob os olhos dela e ficando uma pessoa cada vez mais agressiva.

Ela percebeu. Advertiu-o sobre o cultivar do amor entre eles. Ele não ouvia mais. Estava absorvido por tudo que dizia respeito à Santa Madre Igreja Protestante.

Ele tornou-se por dentro seco e frio como a Constituição da denominação à que servia, e servia como quem serve a um ídolo.

Ele, cujo Nome Próprio havia se tornado cada vez mais em Sr. Pastor-Ordenado-da-Igreja-Tal, não tinha paz em um segundo de sua vida.

Ela sempre questionou o que via e ouvia, e, calada e em oração, conferia coisa com coisa no coração.

Ela foi tornando-se cada vez mais convicta de que havia algo errado, pois não havia o Amor em nenhum lugar na “igreja” da qual ele era pastor, modo simples de aferição das coisas dado pelo Mestre, Amor, que é a marca da comunidade dos discípulos de Jesus.

Ela viu que tudo aquilo era antítese do Evangelho de Jesus e disse para si mesma observando, um certo dia, o ajuntamento de pessoas que apenas digladiavam-se o tempo todo no dia a dia da vida comunitária, e causavam danos umas às outras:

“Ou eu pago o preço alto e faço a ruptura com tudo isto aqui, e mantenho minha lucidez, ou me torno mais uma nessa linha de produção de gente adoecida e diluída na personalidade.”

Ele adoecia cada vez mais e era cada vez mais agressivo com ela. Ela passou a temer a companhia dele.

Ela havia cansado de lutar sozinha para manter acesa a última fagulha de sentimento que ainda existia.

Ele, adoecido, humilhava-a.

Ela estava traumatizada e sua alma em ruínas.

...

Tudo acabou.

Ambos seguem seus caminhos sozinhos.

Ela recupera devagar a alegria por ter sido encontrada pelo Caminho, pela Verdade e pela Vida. Tem o Evangelho, somente, como lâmpada para os pés e luz para o seu caminho.

Ela quase não tem notícias dele.

Ele, ouvi falar, estava novamente falando de um púlpito para algum ajuntamento de gente, pela denominação que lhe dá Nome e Sobrenome.

por http://genizahvirtual.com

O Cristo Genérico



Cristo Genérico: Milhões matariam por ele.
Jesus Autêntico: Milhões morreriam por Ele.

Cristo Genérico: Os fins justificam os meios.
Jesus Autêntico: Decreta os fins e estabelece os meios.

Cristo Genérico: A auto-estima acima de tudo.
Jesus Autêntico: O Amor acima de tudo.

Cristo Genérico: Os interesses pessoais como prioridade.
Jesus Autêntico: O Reino de Deus e a Sua Justiça.

Cristo Genérico: Multiplicar para concentrar recursos.
Jesus Autêntico: Compartilhar para espalhar recursos.

O Cristo Genérico é encontrado nas prateleiras dos mercados da fé.
O Jesus Autêntico é encontrado em nosso semelhante, principalmente nos marginalizados, nos excluídos, nos famintos.

O Cristo Genérico é um aliado dos poderes constituídos
Jesus Autêntico Se solidariza com os oprimidos

O Cristo Genérico está disponível nas catedrais da fé.
O Jesus Autêntico não se acomoda na suntuosidade dos templos.

O Cristo Genérico oferece milagres à granel
O Jesus Autêntico faz da vida um milagre.

O Cristo Genérico pede seu tudo, sem ter nada a oferecer
O Jesus Autêntico oferece tudo, sem nada lhe pedir

O Cristo Genérico busca ser bajulado.
O Jesus Autêntico é honrado quando colocamos em prática o que Ele ensinou.

O Cristo Genérico se contenta com mãos erguidas aos céus.
O Jesus Autêntico procura por mãos estendidas ao próximo.

por Hermes Fernandes - Retirado do Site http://genizahvirtual.com

David Luiz



A imagem mais bonita da Copa. Por que?

Eu vi David Luiz, o destaque do time vencedor, ir até James Rodriguez, o destaque do time perdedor, abraçar e o consolar. E não foi um abraço de comiseração demagógico. Foi um abraço empático de: Cara, eu sei o que você está passando e entendo a sua dor.

Tento me lembrar outra vez que isso aconteceu mas não me vem à memória. Exatamente porque é raro, raríssimo. Exatamente porque a lógica humana não permite acontecer. Principalmente no campeonato mais disputado do mundo.

Num ambiente onde cada um se importa somente com a própria vitória e em ser o maior de todos, se rebaixar ao menor, ao derrotado, me lembra uma única lógica: a do cristianismo. E refletir que a mensagem de Cristo não deve ser só verbal, mas sim estendida à todas as áres da vida. Alguns chamam isso de missão integral.

Aprendamos com David Luiz!

O milagre do aprendiz de pregador americano


Não havia muito tempo que se convertera e já não disfarçava a admiração pelos pregadores da América, daqueles de palco, com direito à performances de saltos, gritos e de gente à cair mediante um soprar ao microfone ou a abanar-lhes sobre a cabeça o paletó.

Ficava maravilhado com a possibilidade de ser usado como imaginava que foram Paulo, Pedro e os demais cristãos dos primeiros anos de cristianismo.

Foi quando a oportunidade aconteceu. Foi convidado para pregar numa grande igreja no subúrbio do Rio.

Comprou o seu melhor terno, aquele dos seus sonhos e digno de um homem de Deus.

Assistiu por dias, DVD de Benny Him, Morris Cerullo e tantos outros. E, sem descuidar-se do principal – a sua consagração – pôs-se a jejuar, a buscar Deus, a tal "unção" e ousadia que imaginava ser necessária para o tal evento.

Buscou com sincera devoção o tal dom de cura, o favor de Deus para fazer o que lia nos Evangelhos e no livro de Atos.

Queria ser usado com poder. Nada ocupava mais a sua mente e coração.

E foi assim que, deixando o seu lugar, já no lugar mais central da congregação, foi chamado finalmente para ocupar o púlpito.

O lugar estava cheio, com gente apinhada numa sala de culto com talvez, mais de um milhar de fervorosos irmãos, desafiados pela campanha de curas e milagres.

E o pregador estava ali, compenetrado. Suava um bocado, um pouco mais que o resto todo da audiência, não pelo calor fluminense ou pela arquitetura do lugar que impedia maior circulação de ar que o recomendado. Ele estava compenetrado e nervoso. Queria poder. Poder do alto. Poder para curar. Nada tirava-lhe isso do peito.

Foi quando, ainda nas primeiras palavras de saudação, percebeu uma senhora, na primeira fila, diretamente à sua frente, com olhar fixo para o púlpito. Percebeu também como ela tinha pernas excepcionalmente finas e como ela não se levantara nem quando pedira à igreja que se pusesse de pé para a leitura da Bíblia seguida da oração.

Começou a descrever detalhando os primeiros versículos, já lidos instantes atrás, começando o seu sermão, quando incomodado percebia, que seus olhos não conseguiam por muito, desviarem-se da pobre moça que continuava olhando fixamente para onde estava, e de microfone em punho, desafiava a todos a crerem na Palavra que salva, cura e liberta.

Ele aumentava a voz, não bastasse o microfone estridente, como um crente que crê realmente, mas também como aprendera com os seus astros pregadores do hemisfério norte, gesticulando, dando um ar teatral e dramático à prédica. E aquela moça continuava firme, do lugar onde estava, não lhe desgrudando os olhos.

Já não aguentando de ansiedade por ver-se cumprir a promessa que, segundo cria, milagres acompanhariam os que creem, deu um salto de onde estava e afirmou:
“Irmãos! Deus não vai curar amanhã! Deus não irá curar ao final do culto! Deus não vai curar no final da mensagem! Deus irá curar agoraaaaaaa!”, descendo da plataforma, correndo em direção à pobre senhora de pernas incrivelmente finas e paralisada com olhar fixo de onde a unção, a palavra e o pregador estavam.

Chegando-se à frente da pobre entre gritos de “aleluia, Senhor!”, “Cura, Pai!”, que o enchiam ainda mais de fé e convicção, debruça-se, nariz a nariz, e com o microfone e tudo, grita com o melhor da sua fé e dos seus pulmões:


“Em Nome do Senhor Jesus Cristo, eu ordeno-te: Levanta e anda!”.

E aconteceu!

Para o espanto de todos, que gritavam e davam aleluias, a pobre senhora de pernas mirradas e de olhar fixo, dá um salto e corre desnorteada pela sala.

No meio de alegria sincera, gritos de regozijo que inundavam a sala, o pregador novato põe, numa fração de segundos o microfone à boca de uma senhora idosa que estava postada ao lado da tal agraciada de pernas secas, enquanto essa ainda corria cambaleante pela casa, e pergunta-lhe:

“Há quanto tempo ela não anda, minha irmã?”

Constrangida a anciã dispara:

“Andar, ela anda, pastor! O problema é que ela é cega!”.

Os anos se passaram, e o pregador, agora mais maduro, tem-se aplicado mais à conhecer as escrituras do que a assistir a DVDs de pregadores. 

por Rubinho Pirola

quinta-feira, 3 de abril de 2014

CONVERSA

Ontem, eu estive conversando com meu Mestre de Jiu Jitsu sobre algumas coisas onde ele me retransmitiu algumas questões que seu mestre havia comentado. Eu estava pensando e refletindo sobre isso e cheguei à alguns vereditos:

O Brasil, lá fora, é considerado um país de pilantras. CONCORDO!!!

Mas o problema de existirem tantos pilantras nesse país é porque o Brasileiro GOSTA de ser passado para trás, o Brasileiro GOSTA de que façam pilantragem contra ele, o Brasileiro GOSTA de SER Pilantra.

Eu posso citar milhões de exemplos aqui e muitos vão concordar.

Tem "Equipe" de Jiu Jitsu (que eu prefiro chamar de Franquia) que em um ano o cara passa o camarada de faixa e de 4 a 5 anos o camarada já está na Faixa Preta. Não tem ralo, não tem honra, não sabe coisa nenhuma. O Professor é pilantra em chamar isso de Jiu Jitsu e o Aluno é Pilantra em achar que pode exibir sua faixa preta sabendo menos que um Faixa Azul de uma Equipe Séria! Tá certinho. Acho que o pior não é quem cobra por isso, o pior é quem paga por isso! Vocês é que continuam sustentando o crescimento desses Impérios...

Tem Corretor de Imóveis que oferece um montão de facilidades para o cliente, mente, inventa coisas, faz coisas que não se faz nem no outro mundo e o Cliente ainda paga por isso achando que está fazendo um negócio da China. Na verdade está! Porque o "Corretor" vai pegar seu dinheiro, vai enfiar no bolso e vai se mandar para a China onde o cliente não possa encontrá-lo.

Tem Instituição Religiosa prometendo o Céu na Terra, Dinheiro, Riquezas, Carros, Mansões e muita gente acreditando nisso achando que DEUS vai fazer o baguio cair do Céu!!! Será que as pessoas não entendem que se elas não trabalharem não terão nada na vida? A Benção de DEUS enriquece e não acrescenta dores e isso não quer dizer somente sobre dinheiro, mas é sobre TUDO! DEUS pode te abençoar e te fazer ir muito bem no que você faz, mas SOMENTE SE VOCÊ FIZER, Cáspita!!! Será que as pessoas não entendem que esse Evangelho Abusivo e Mentiroso só tem permanecido porque Elas mantém essas pessoas em evidência? Parem de acreditar nisso tudo e comecem a ler a Bíblia para vocês verem. Veremos essas Instituições Vazias e teremos Instituições que, outrora, pregavam o simples sendo valorizadas porque é isso que DEUS é: Simples!

Tem gente que ainda acredita no Governo! Pelo amor de DEUS! Tem gente que ainda vai votar na Dilma! Tem gente que ainda vai votar nos Petralhas!!! Esse bandidos só estão no Governo porque os Eleitores Pilantras elegem esses Ladrões Pilantras, acreditam nesse monte de Promessa, nesse Cabide de Vagabundos que são essas Bolsas que o Governo lança!

É HORA DE ACORDAR! OU ACORDAM E MUDEM AO SEU REDOR OU ACORDARÃO NUMA PRISÃO. OU MUDAMOS O BRASIL HOJE OU OS MEUS E OS SEUS FILHOS VIVERÃO EM OUTRA VENEZUELA AMANHÃ, EM OUTRA CUBA!!!!